CIRURGIA DA OBESIDADE
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Denomina-se cirurgia da obesidade pelo método convencional aquele em que se faz incisão na parede do abdome e o cirurgião trabalha diretamente com as mãos manipulando os órgãos da cavidade abdominal, enquanto o método videolaparoscópico as incisões são várias (5 ou 6) de no máximo 1 cm e o cirurgião manipula os órgãos por meio de instrumentos especiais, visualizando o procedimento através de imagem transferida para um monitor externo.

O Brasil é considerado hoje o segundo maior centro mundial em cirurgia bariátrica, atrás somente dos Estados Unidos, com médicos altamente capacitados , hospitais preparados e uma agendade pesquisas clínicas

bastante intensa. Contudo, nem sempre as técnicas mais modernas estão disponíveis para todos os pacientes. Isso porque as fontes pagadoras em saúde às vezes não acompanham as inovações tecnológicas no ritmo necessário. O maior exemplo disso hoje é a resistência da maioria dos planos de saúde em cobrir a cirurgia bariátrica por videolaparoscopia, método menos invasivo, mais seguro e com maiores benefícios ao paciente.
Das 60 mil cirurgias bariátricas realizadas em 2010, 35% foram por videolaparoscopia. O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), Dr. Ricardo Cohen garante que o método, apesar de ter um custo mais elevado, representa uma economia em médio prazo, pagando se em cerca de seis meses. “As despesas da cirurgia videolaparoscópica são plenamente justificáveis, levando-se em conta os gastos relacionados à obesidade e o impacto disso no orçamento dos indivíduos e do país”, explica.
Aberta X videolaparoscópica

Minimamente invasiva e aplicável em todas as técnicas cirúrgicas, a videolaparoscopia representa uma das maiores evoluções tecnológicas da medicina. Na cirurgia aberta convencional, o médico precisa fazer um corte de pelo menos 20 centímetros no abdômen do paciente, enquanto na videolaparoscopia são feitas de 4 a 5 mini-incisões de 0,5 a 1,2  cm cada uma, por onde passam as cânulas e a câmera de vídeo. O registro i ca gravado e o paciente pode levar uma cópia do DVD consigo, o que constitui em um documento da operação. Pesam a favor da videolaparoscopia redução do tempo de cirurgia, menos dias de internação, diminuição do risco de infecção, menor incidência de hérnia no local da incisão e a possibilidade de o paciente voltar às atividades normais em menos tempo.
Legislação

O tratamento cirúrgico da obesidade é amplamente aceito pelos órgãos regulatórios nacionais e internacionais como um método seguro e ei ciente para a redução do excesso de peso em pacientes com obesidade mórbida. A SBCBM acredita que a cirurgia bariátrica por videolaparoscopia deva constar no rol de procedimentos de cobertura obrigatória pelos convênios médicos. O rol é um documento emitido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que sofre atualizações periódicas para inclusão de novas tecnologias terapêuticas que passam a ser direito dos usuários de planos de saúde. Dr. Cohen alerta que a cirurgia bariátrica faz parte do rol da ANS, mas não está claro que o procedimento pode ser por videolaparoscopia. “Optar pela cirurgia menos invasiva é uma decisão do médico e um direito do paciente”, afirma.

Leia Mais em:

http://www.sbcb.org.br/imagens/PressKit_SBCBM.pdf

http://www.youtube.com/watch?v=Ac-U5ezXbP4